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Bastidores:

Estradas do Interior

   As estradas do interior sempre  foram problemas aos sucessivos gestores municipais diante da extensão territorial e os kms de estradas que necessitam de patrolamentos, embueiramentos, encascalhamentos e  melhorias estruturais.  Alegrete é o maior Município em extensão de terras de todo Estado. Isso todos somos sabedores. 
Mas,  como nem tudo são flores e resultados imediatos, a atual administração municipal  está viabilizando importantes mecanismos para amenizar estas  reclamações continuas  para possibilitar melhorias destas vias importantes de escoamentos de cargas (pecuária e agricultura), até porque de onde vem grande parte do PIB local, estadual e nacional, que é a produção primária.
O vice-prefeito municipal Jesse Trindade Santos, embora bastante urbano, mas, dentro de uma visão macro e na condição de Secretário de Planejamento trabalha em importante projeto que, mudará profundamente os atuais  conceitos que com certeza facilitará em  importantes melhorias. Porém, o prefeito Márcio Amaral, tens afinidade com o campo e o produtor primário, onde tem sua origem e conhecimento pela  sua formação acadêmica e profissional na Emater/RS, onde integrar há anos.
Como “ideias não são metais que se fundem” – poderá ser adotado uma prática do Governo Municipal de 73/76 na busca de soluções. Discussão avançadas começam ser construídas. O produtor  Rural precisa ser e estar presente, não só pra fotos, mas, na prática deste novo pensamento estrutural.

Estradas do Interior 2

   Recebi da presidente da Associação dos Arrozeiros de Alegrete, Fátima Marchezan – justificativas aplausíveis sobre as melhorias estruturais das estradas do Interior. E, tem autoridade para sua manifestação como produtora, estudiosa e líder da classe Arrozeira de Alegrete, alias, pela segunda gestão consecutiva, sendo a primeira mulher a exercer esta missão. Porém, o trabalho e documentos de parte da entidade é de conhecimento público e notório por ter sido inclusive publicado nas páginas deste Veículo em 2016, quando da entrega  aos postulantes ao governo Municipal à época.
O que passou a se  discutir – se com agravamento da situação e melhorias das estradas é com relação as novas demandas e exigências daqueles produtores que trafegam com cargas excessivas da nova riqueza produzida no Município – que é a SOJA, sem deixar um centavo de arrecadação para os cofres Municipais. 

Estradas do Interior 3

   Com a troca de mãos de grandes áreas de terras para produtores de outras fronteiras, inclusive de “porteiras fechadas”, arrendamentos e parcerias para produção e SOJA aqui, onde estes empresários trazem mão-de-obra de fora, todo maquinário comprados  nos municípios de origem, como  também, os insumos sem nada  contribuir para a economia do Município. As notas fiscais são tiradas nas bases destes produtores. Um relatório completo existe que comprovam estas afirmativas. E, a maioria  destes produtores exigem muito inclusive, porém, suas receitas produzidas são para seus municípios de origem, sem nada contribuir para Alegrete onde  estão suas produções. Queremos nos afirmar que jamais somos contra ao  aumento de produção e novos empresários investindo aqui em Alegrete. É fundamental, porém, questiona-se que estes devem começar a participarem com alavancamento da economia local. Das  203  manifestações das postagem da Coluna On Line, 21 das opiniões são de produtores que escoam suas safras com notas e aquisições de produtos em seus municípios. 

Estradas do Interior 4

   O governo Municipal através dos órgãos fiscalizadores precisam começar ações e novas exigências  de controle diante do novo cenário que se avizinha considerando que, Alegrete está tornando-se “O El Dourado” do  Desenvolvimento Econômico”  em termos de produção pela sua extensão de área verde, água e  solo fértil.  E com certeza passará exigir muito destas  questões  estruturais e estruturantes que cabe a gestão pública, porém, o retorno destas  riquezas precisam  ser compartilhadas em forma de impostos e tributos de quem está produzindo aqui. Só ônus não, precisamos compartilhar com bônus”, também!

Os números

   Alegrete colheu 2.640 milhões sacas de soja, porém, somente 30.520  mil sacas foram entregues na  CAAL.  Destas  2.640 milhões de   sacas – que soma  158 mil/ Ton. Demais  foram entregues em outras plagas. Isso faz jus das afirmativas que enumeramos sobre  exigências de estradas para quem em nada contribui com recursos para o Município, sem retorno para quem  efetivamente merece atenção da gestão pública em  melhorias estruturais das estradas, pontes, encascalhamento...

Resolução da Rumo

   A  empresa  Rumo – detentora do transporte Ferroviário no RS, e consequentemente  pela via- férrea em Alegrete, poderá estar surpreendendo em breve  sobre decisão tomada em  favor de empresa  local. Os “profissionais opinativos de plantão” – serão surpreendidos – inclusive com possível ação junto ao Judiciário. Parece que “os ventos  começaram a sopra contra aqueles que fazem de meios legais por vias tortas para sustentos e bem viver”. Todas as ondas tem suas marés altas, porém quando descem levam pra o fundo do mar”. A roda gira e o mundo, também!!!!

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