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Ed. 1050 - Eu sou normal!

 

   Observando estarrecido certas ‘modernidades’, lembro da década de 80, quando o ator Francisco Milani apresentava um quadro no programa Viva o Gordo, que tinha o  seguinte bordão: Eu sou normal! Se fosse vivo, talvez iria se perguntar se ainda o é.
Comecemos pela política identitária. Segundo os defensores da ideologia de gênero, a pessoa pode ser o que ela quiser, independente do sexo: transgênero, cisgênero, binário, não binário... Nessa toada, um marmanjo canadense de 46 anos abandonou esposa e filhos para se tornar um transgênero infantil, mais especificamente uma menina de seis anos.
Na Noruega uma mulher foi além e decidiu ser uma gata, andando de quatro e miando. Enquanto isso, feministas fazem manifesto peladas, abortistas protestam enfiando crucifixo na vagina e pesquisadores americanos estudam fazer transplante de útero para homens.
No BBB 21 o ator Fiuk pediu desculpas por ser homem e branco, enquanto tem  escola assassinando a língua pátria: aluno(a) passou a ser alunes, e por aí vai. Parece até o dialeto do Mussum.
Uma operadora de celular criou um aplicativo que controla sua escrita: o Teclado Consciente. À medida que o usuário escreve, surgem na tela informações sobre possíveis traços de racismo no vocábulo recém digitado, com opções de substituição. Trata-se, no fim das contas, de um reformador moral disfarçado de corretor ortográfico, que atende ao politicamente correto.
Da Sérvia surgiu uma artista que faz suas performances com sangue de menstruação, esperma e leite materno. Alguns acreditam que isso está mais para satanismo, mas para a grande mídia é arte.
A arte nacional, então, virou um verdadeiro xou dos horrores, como uma ciranda de jovens pelados, cada um enfiando o dedo no ânus do companheiro da frente, ou um homem nú deitado em um museu, com direito a ser apalpado por uma criança.
Algumas universidades públicas brasileiras, que deveriam ser local de alta cultura, viraram palco de apreensões de drogas, depredação e manifestações de cair o queixo, como um homem pelado, subindo uma escada arrastando um tijolo amarrado no pênis.
Nos Estados Unidos, o novo presidente se diz católico e toma ações favoráveis ao aborto, enquanto o grupo Black Lives Matter, que causou protestos violentos com destruição e mortes, foi indicado ao prêmio Nobel da Paz. E na Inglaterra o governo propôs uma lei para os filhos espionarem os pais.
Enfim, tudo é permitido e justificável, exceto ser conservador e contrário a tudo isso, ou você será taxado de antiquado, terraplanista, negacionista, fascista, bolsonarista e outros adjetivos típicos de esquerdistas metidos a lacradores.
Ser contra liberação de drogas, pedofilia, satanismo ou a favor de Deus, pátria, religião, família, heteronormatividade e propriedade privada parecem estar fora de moda.
Como bom conservador, não escondo minha estupefação e prefiro fazer coro a João de Almeida Neto, na música As razões do boca braba: “é melhor ser boca braba, que não ter boca pra nada”.
Esse quadro de aberrações revela a corrupção da mente e alma humana, conduzido por ideologias nefastas. Se o fim dos tempos será marcado pelo aumento das iniquidades, mantenhamos a fé e a conduta reta, baseados nos exemplos do mestre Jesus.

Ed. 1049 - Cancelamento:

O próximo pode ser você

 

   Desde o ano passado um novo fenômeno vem  tomando conta das redes sociais: o cancelamento. Na teoria seria uma nova ferramenta usada para combater pessoas que disseminam notícias falsas ou discurso de ódio. Mas a realidade é outra.
 Então questiona-se: quem são os tais canceladores? Que autoridade tem para isso? Qual a verdadeira intenção? Quem os controla?
   Os canceladores são as Big Techs ou empresas autointituladas ‘checadoras de notícias’, sem autoridade legal, sem voto popular, sem rosto, que checam as notícias sob seu prisma e carimbam o que é fake news ou discurso de ódio.
Uma das mais conhecidas são os Sleeping Giants, que atuam da seguinte forma: quando identificam na mídia uma pessoa alvo, eles pressionam os patrocinadores ou empresas de propaganda a abandoná-la, minando-a financeiramente.
   No Brasil, um dos seus alvos mais recorrentes tem sido o canal Terça Livre, que alegou (em matéria de 02/02/21) estar sendo perseguido pelos Sleeping Giants. E apesar do Terça Livre ser o maior jornal conservador da América Latina, com 6 anos de existência e mais de 1 milhão de inscritos, o canal foi cancelado pelo Youtube em 03/02/21. Censura?
Podemos citar outras duas recentes vítimas dos canceladores bastante conhecidas: Rodrigo Constantino e Ernesto Lacombe, ambos dispensados de programas de rádio/tv por suas ideias conservadoras, fora do espectro politicamente correto que domina as redações. Apesar da perseguição, eles viram sua popularidade aumentar na internet por conta da demanda de seus conteúdos pelo público conservador.
   No fim do ano passado o próprio presidente do Estados Unidos Donald Trump teve sua conta do Twiter cancelada. Ora bolas, se o presidente da mais poderosa e democrática nação do planeta foi cancelado, qualquer um pode ser.
Essa é a grande mensagem: se você falar algo que contrarie os globalistas e a esquerda, será cancelado! É uma verdadeira guerra pelo domínio da narrativa, visando calar a direita e manter um discurso único.
Não seria mais coerente cancelar nas redes sociais os perfis de traficantes, satanistas, pedófilos e criminosos de toda espécie?  Mas o que se observa é uma campanha focada em calar pessoas e grupos conservadores, impondo um discurso único, silenciando quem contraria a ideologia de gênero, legalização de drogas, aborto, desarmamento, doutrinação nas escolas, destruição da família e religião.
Diante desse quadro, fica o questionamento: onde está a pluralidade de ideias e a liberdade de expressão?
A verdade é que para os tais checadores de notícia tudo é permitido, desde que esteja de acordo com sua ideologia. Do contrário, é taxado de fascista, racista, negacionista...
   E ninguém controla esses canceladores, que calam pessoas à revelia da lei. A esperança de barrar essa onda vem do Congresso Nacional, fazendo valer a liberdade de expressão assegurada pela Constituição Federal.
Se não fosse a internet e os canais de comunicação independentes, continuaríamos tendo nossas opiniões pautadas pela grande mídia, com seus interesses escusos. Precisamos defender a liberdade de expressão e a livre manifestação de pensamento, para o bem da democracia no Brasil.
 

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